Universo: Tudo o que existe, dentro e fora da Terra, é imensamente grande e também o podemos chamar de Cosmos.
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terça-feira, 10 de março de 2015

Relatório/ Reflexão do filme «Living Proof»

Nos dias 28 de janeiro e 4 de fevereiro assistiu-se, na sala 30 do Colégio Vasco da Gama, ao filme «Living proof», produzido por Neil Meron, Vivienne Radkoff, Craig Zadan, Renée Zellweger e dirigido por Dan Ireland em 2008.

«Living Proof», que pode ser traduzido para «Uma oportunidade para viver», é a narrativa de uma história verídica, a da investigação científica de Dr. Dennis Slamon, que se inicia na UCLA, Centro Médico da Universidade da Califórnia, em 1988, e termina já em 1998 quando o fármaco por si desenvolvido para o tratamento do cancro da mama, Herceptin, é finalmente aprovado. Ao longo do filme observam-se as etapas de uma investigação científica, a persistência e o esforço que lhe são inerentes, as contrariedades mais relevantes, as motivações essenciais ao seu desenvolvimento e a história das pacientes que contribuíram para que o fármaco fosse aprovado.


Imagem retirada daqui: http://www.kannapolisnc.gov/


Após o visionamento do filme, foi-nos pedido que desenvolvêssemos um relatório de reflexão acerca do filme. Como o relatório ainda é longo, deixo apenas as conclusões que tirei:

Após o visionamento do filme pode-se concluir o seguinte:

·       A multidisciplinariedade na investigação científica é essencial para o desenvolvimento de novos fármacos, como neste caso se observou com o aliar da medicina à biotecnologia;

·       Uma investigação científica compreende diversas fases, que devem estar devidamente planeadas, quer para maximizar o tempo da investigação, quer para mais facilmente o investigador e o investidor obterem resultados;

·       A motivação pessoal influencia a investigação científica, o que não significa que o seu impacto seja sempre negativo: embora retire alguma objetividade ao trabalho investigativo, é necessária para que o investigador tenha paixão pelo que faz e, assim, se dedique inteiramente àquilo a que se propôs; é também muitas vezes a única forma de persuadir quem detém o poder, de modo a que estes não impeçam o prosseguir da investigação;

·       A investigação científica só é possível com investimento pessoal e monetário: o investimento pessoal do investigador, que dedica vários anos ao mesmo projeto, repetindo, estudando, reformulando, sempre na incerteza do sucesso e do financiamento; o investimento monetário que sofre também a incerteza do sucesso, e cuja falta impede o trabalho investigativo;

·       A investigação científica permite o desenvolvimento de novos tratamentos inovadores que podem trazer esperança e cura a doentes: as opções para uma paciente com cancro da mama eram muito limitadas e a esperança de sobreviver ou de ter uma boa qualidade de vida durante o período de tratamento eram vagas; o novo fármaco desenvolvido trouxe de novo esperança e possibilidade de cura a centenas de pacientes que não a tinham;

·       As dificuldades inerentes a uma investigação científica, não só as monetárias já referidas, mas também as psicológicas, que intervêm na motivação ou desmotivação do investigador, relacionam-se diretamente com o seu empenho na investigação.

Na minha opinião, o filme estava muito bem estruturado, abordando as diversas fases de uma investigação científica, mas não esquecendo a parte humana associada a uma investigação que pretende melhorar as condições de vida de seres humanos.

O trailer do filme:

domingo, 1 de junho de 2014

Atividade experimental: permeabilização dos solos

Foi realizada uma atividade experimental de modo a tentar compreender como as diferentes caraterísticas dos solos (constituição, permeabilidade, porosidade e granulometria) influenciavam a passagem ou retenção de água e as consequências que isso poderia ter para o Homem, particularmente na agricultura e na ocorrência de fenómenos como movimentos de massa.

Este foi o relatório entregue.

Algumas fotografias, todas da autoria da Mafalda Jacinto.

O antes e o depois da aplicação da água.



sábado, 24 de maio de 2014

Volta da Ciência em Sintra

No dia 9 de Maio participámos, mais uma vez, na feira de ciência «Volta da Ciência» em Sintra. 

Embora não tenha estado o dia inteiro, como no ano passado, posso dizer que são umas horas de convívio muito divertidas, em que explicamos, a outras escolas, indivíduos ou mesmo turistas, experiência de Biologia e Geologia e de Física e Química que fazemos durante o ano.

Este ano, na parte de Biologia e Geologia tivemos flores coloridas, explosão de cor, bolas de sabão, pintando com pigmentos, bolhas em movimento, ovo cru sem casca, abracadabra e o nosso ecossistema; em Física e Química tivemos jardim colorido, flash de magnésio, pasta de dentes de elefante, bafo do dragão, cor que vai e vem, pega monstro, vela com sede e fluído não newtoniano.

Espero poder voltar a participar no ano que vem, é sempre uma experiência muito enriquecedora.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjce_bYknxedv5lotZFitU7ojJYLqg-iWfBXJ27bb2vK61pgxbkzeSWaMwxiy6SXUFYlMHdZaSRRfmrvwhL4SKz_h_OybG0S6_tyjO21qbbbxMwap0pdAOrjytuq8eNO0_TWV-rPY3KIiVn/s640/2458509-6583-rec.JPG

Nós bem tentámos, mas as bolhas de sabão nunca chegaram a este tamanho!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Palestra de Metagenómica

No dia 25 de março de 2014, visitámos o Centro de Ciência Viva de Sintra para assistir à palestra «Metagenómica» por Paula Sá Pereira, do INIAV.

Nesta palestra, além da parte teórica, onde ficámos a conhecer uma área que procura novas formas de utilizar microorganismos para o nosso benefício, a partir dos seus genes, houve também uma parte prática, onde colocámos, num meio de cultura com agar-agar, bactérias do solo. As imagens são das bactérias alguns dias (de sol e calor) depois.



Nas duas primeiras imagens está o material utilizado e uns apontamentos da palestra e, nas imagens em baixo, a cultura de bactérias, incluindo o meu nome em bactérias.

Gostei muito da palestra: é uma área com termos muito complexos e dos quais ainda não estamos muito à vontade, mas é também muito interessante pois consegue explicar não «O que está?», mas sim «O que faz?».


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Palestra «O poder da fotossíntese»

No dia 20 de Fevereiro de 2014 visitámos o Centro de Ciência Viva de Sintra para assistir a uma palestra sobre a fotossíntese, dada por Glória Esquinal, da Escola Superior de Agronomia.

Conseguimos rever aquilo que, o ano passado, tão difícil nos parecia (foi o nosso primeiro contacto com bioquímica) e, participámos ainda, numa atividade prática, sobre dessalinização  de amostras e condições necessárias para ocorrer a fotossíntese, com as Chlamydomonas rainarti.

Embora só pudéssemos observar um líquido verde, este é o aspeto da bactéria.

http://www.ruf.rice.edu/~bioslabs/studies/invertebrates/invertimages/chlamy.gif


E aqui o processo de fotossíntese em Chlamydomonas.
http://www.metamicrobe.com/IMG/chlamydomonas-metabolic-network.jpg

Infelizmente, devido à viagem e a uma noite sem oxigenação ou luz solar, as bactérias não se encontravam em condições para a realização da experiência, sendo os resultados pouco conclusivos.

Na dessalinização observou-se, por densidades, que a solução que passara pela coluna de rotina já não continha sal.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Observação microscópica de esporos

V de Gowin da observação microscópica de esporos de musgo e bolor


Embora não tivesse um nome agradável, esta atividade foi bastante interessante: observados à lupa obtemos imagens lindíssimas, que só tenho pena de não conseguir desenhar melhor :)

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Observação de diferentes fases da mitose

V de Gowin da atividade experimental: observação de diferentes fases da mitose


quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Trabalho de grupo: Síndrome de Swyer

Em grupo, realizámos um trabalho sobre uma doença genética. Fiquem a conhecer um pouco o Síndrome de Swyer.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Palestra: Estudo do cérebro: a contribuição da Física

No dia 15 de Novembro assistimos a uma palestra dada pelo prof. Doutor Alexandre Andrade, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, sobre a contribuição da Física para o estudo do cérebro.
Ficámos a conhecer melhor o cérebro e como este comanda o nosso corpo. Vimos também como o cérebro se pode dividir em dois, e o que cada metade controla. Destruímos mitos relacionados com o cérebro e aprendemos como estudá-lo recorrendo à física.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Palestra: Parasitologia

No dia 7 de Novembro, assistimos a uma palestra sobre Parasitologia dada pelo prof. Doutor Girão Bastos. A partir de diferentes ciclos de vida de parasitas, descobrimos como os parasitas se reproduzem e se instalam no seu hospedeiro, e o que podemos fazer quanto à saúde pública. Enquanto isso, apresentou-nos diferentes exemplos, em histórias reais, de como os parasitas afetam os seres humanos, muitas delas com humor, o que tornou a palestra mais interessante.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Relatório do filme: A Ilha

Depois de visualizarmos o filme «A Ilha» foi-nos pedido que realizássemos o relatório do mesmo.



Aqui ficam algumas partes do meu relatório



O filme «A Ilha», no original «The Island», de Michael Bay, escrito por Caspian Tredwell-Owen, Alex Kurtzman e Roberto Orci, realizado em 2005, foi visionado na sala 22 do Colégio Vasco da Gama, nos dias 22 e 23 de Outubro de 2013.

O filme foca o tema da clonagem que, no caso de clonagem de seres vivos, é um processo em que se obtém um ser geneticamente igual ao ser vivo clonado. Embora este seja um processo natural na reprodução assexuada, pois o próprio organismo divide-se por mitose, originando seres iguais a si (clones), o tema do filme é a clonagem artificial humana para captação de órgãos e os problemas éticos que podem resultar desse facto relacionados com a liberdade, dignidade, identidade e autonomia.

No ano de 2019, a apólice de seguros é substituída por um clone nosso (agnado), do qual pode ser retirado qualquer órgão necessário. Mas, apenas os responsáveis pelo processo conhecem a história verdadeira: os agnados pensam que são sobreviventes de uma catástrofe que contaminou a Terra, sendo o seu objetivo esperar pela sua ida para a «Ilha»; os sponsors (donos dos agnados) pensam que os seus clones se encontram em estado vegetativo e que não pensam nem sentem qualquer dor. Até que os agnados desenvolvem uma caraterística humana essencial: a curiosidade.

A engenharia genética poderá trazer progressos enormes para a ciência, tais como clonar órgãos ou mesmo um ser humano eficazmente, de tal forma que este desenvolva as caraterísticas únicas ao ser humano. Mas, se não regulada, esta evolução poderá ser usada de forma desumana, à medida que o ser humano vai perdendo o respeito pela dignidade e liberdade de seres iguais a ele, mas clonados, considerando-os meros meios para atingir os seus fins e não como fins em si mesmo. Poderemos chegar assim a um período horroroso da nossa história, em que criaremos seres humanos apenas para os matar e aproveitar os seus órgãos, não sentido qualquer sentimento de culpa.

A curiosidade humana é uma caraterística tão essencial e fundamental que será quase impossível perdê-la. Esta curiosidade, que tem sido sempre o primeiro passo para as novas descobertas e para a evolução, será também uma forma importante de detetar os erros na sociedade. Se se perguntar «Porquê?», investigar em profundidade e não se desistir, chegar-se-á à verdade.

O amor é outra caraterística que, mesmo abafada e proibida, assim que há um pouco de espaço, se desenvolve de forma incrível. Considerado no filme como a verdadeira «Ilha», é aquilo que, sem o qual, por mais que a vida do ser humano esteja totalmente preenchida ao nível profissional e pessoal, nunca se sentirá completo.

Na minha opinião, o filme retrata muito fielmente um cenário desastroso do uso da clonagem, mas também a esperança de uma reviravolta. Gostei muito do filme pois levou-me a refletir sobre a ética e a ciência e o que pode acontecer quando as duas se confrontam.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Argulus, o piolho do peixe

Na nossa sala de convívio do secundário, temos um aquário com peixes. Infelizmente, um dos peixes morreu. Mas, sendo nós de ciências, não podíamos ficar por aqui: claro que íamos abrir o peixe e observar o que poderia ter provocado a sua morte à lupa.

Nota: Todas as fotografias pertencem à professora Ondina Espírito Santo.

Objetivo: 
Identificar o parasita que causara a morte de um peixe de aquário.

Material:
•Batas
•Bisturis
•Vidro de relógio
•Espátulas
•Lupa
•Água
•Caixa de Petri.

Procedimento:
1.Abrir o peixe (já morto) com a ajuda de um bisturi;
2.Procurar o parasita;
3.Colocá-lo numa caixa de Petri e observá-lo à lupa;
4.Registar as observações.


Resultados:
Observaram-se pequenas esferas pretas nas escamas do peixe e, ao abri-lo, dentro dele. 
À lupa foi possível ver o parasita vivo, a deslocar-se .



Discussão de resultados:
O parasita encontrado era, na realidade, um piolho (Argulus Sp.), tendo o peixe, por isso, uma Argulose. Este tipo de ectoparasita alimenta-se das células da epiderme e fluídos que contenham células sanguíneas. Para isso possui uma estrutura em forma de estilete que ajuda a esfoliar a pele a penetração de uma toxina que impede a cicatrização do local, por isso ter sido encontrado na epiderme do peixe.



Conclusão: 
O parasita que se encontrava no peixe (Argulus Sp.), ao impedir a cicatrização do local que esfoliou, terá permitido o desenvolvimento de uma infeção bacteriana que terá matado o peixe.

sábado, 28 de setembro de 2013

Resumo do documentário «DNA, O preço da evolução»

Na 1ª unidade do 11º ano de Biologia e Geologia, o tema central será o DNA. Por isso, e porque é sempre mais fácil perceber algo se já tivermos ouvido alguma coisa antes sobre o tema, a nossa stora propôs este documentário na aula.






(O documentário continua, mas era muito grande para o colocar aqui. Pesquisem pela parte 5 e 6 e pelo 2º episódio)

Gostei muito de ver este documentário, principalmente das previsões para o futuro e dos problemas éticos, que nunca se separam da investigação na área da genética. É incrível com o DNA regula praticamente tudo o que somos e, consequentemente, tudo o que os seres vivos algum dia serão!

Fica aqui o resumo que fiz do filme:

De nome original «DNA, The Promise & the Pryce», este é um documentário sobre genética, produzido em 2003 nos Estados Unidos da América, dirigido por Nic Young.

A poucos minutos do início do filme, ressalta-se a frase «Os genes são a matéria-prima do século XXI», revelando que o documentário se centra, assim, na importância e no desenvolvimento feito pela ciência para descobrir como funciona e como pode usar o DNA. Apresentando factos concretos, inquéritos e projeções para o futuro, muitas vezes usando um suposto casal pondo em prática essas previsões, nunca se esquece de uma visão imparcial e crítica dos possíveis efeitos nefastos da investigação.

Enumera o uso da genética na medicina: na medicina preventiva, dar às famílias a possibilidade de fazer um exame genético, a fim de terem conhecimento da probabilidade de desenvolverem determinadas doenças, é considerado algo simples, mas fundamental, visto que a maioria das pessoas no século XXI morre de uma doença genética. Ao mesmo tempo, empregadores e seguradores poderão usar essa mesma informação para fazer as suas escolhas, levando a discriminação genética.

Outra aplicação na medicina é o diagnóstico genético pré-implantação o que, se para muitos pais se concluiria na felicidade de ver nascer um filho que sobrevivesse mais do que algumas semanas de vida, para outros levanta questões sobre ética e responsabilidade, pois poderia levar à manipulação da herança genética.

Novamente uma aplicação em medicina, surge a terapia de genes, que visa terminar com doenças provocadas por genes, implantando um novo gene no núcleo, através de um vírus. É uma área ainda pouco desenvolvida, pois já morreram seres humanos por causa dos vírus.

Continuando na medicina, a terapia das células trombo, retirando estas células de uma parte do corpo e colocando-as noutra parte que necessite de reparação, a fim de que estas substituam as células danificadas. Surge, aqui, a questão mais controversa da investigação na área da genética: se um órgão estiver completamente danificado, para o substituir e, por isso, criar um órgão novo, são necessárias células trombo embrionárias, surgindo aqui o debate sobre questões éticas: se um conjunto de células e uma criança têm os mesmos direitos.

Para terminar, a clonagem: desde clones embrionários a clones humanos, coloca-se a questão se desta forma se poderia ajudar os casais que não conseguem ter filhos, ao que, no inquérito realizado, apresenta-se baixa aderência à resposta positiva.

O documentário termina, concluindo «Esta é a era da genética». Ressalta que, por mais que os debates entre cientistas e éticos tentem parar os trabalhos de investigação, os desenvolvimentos nesta área aumentarão nos próximos anos, fazendo com que passemos a olhar de forma diferente para os nossos genes e o que podemos fazer com eles, porque, afinal, o DNA influencia-nos a todos.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Relatório da dissecação de um coração de porco

O relatório da, para mim, mais desafiante atividade experimental até hoje. Realizado após dissecação de um coração de porco.

Carregar sobre as imagens para ver num tamanho maior.




Não podendo dizer que gostei, tenho de admitir que foi mais uma experiência, mesmo que difícil de ultrapassar, importante para mim. Depois de sobreviver a 90 minutos com um coração sinto-me capaz de fazer qualquer coisa :)

E não é tão bonito (em boneco)?


http://www.apaixonados.com/ecommerce_site/arquivos6208/arquivos/1353954015_1.jpg

Palestra sobre a malária

Fica aqui o relatório sobre a visita de estudo ao Centro de Ciência Viva (já no dia 30 de Abril) para assistir a uma palestra sobre a malária.



Além desta palestra, assistimos ainda a outras duas (não no mesmo dia): uma sobre o terramoto de 1755 e outra sobre oceanografia. Embora de temáticas diferentes, ambas foram interessantes, centrando-se sempre na sua área de estudo e nas aplicações para a sociedade. A palestra sobre oceanografia teve ainda uma componente prática de observação à lupa e ao microscópio de espécies marinha.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Visita de estudo «Volta da Ciência»

No passado dia 12 de Abril realizou-se uma visita de estudo a Sintra, com o propósito da participação numa feira de Ciência, juntamente com outras escolas: «Volta da Ciência».

Foi um dia de muita aprendizagem, descoberta e convívio. Mostrou-se atividades laboratoriais de Biologia e Geologia e Física e Química. Desta disciplina foi possível observar um ecossitema fechado, extração de pigmentos fotossintéticos e posterior pintura com os mesmo, magnetite e vários tipos de rocha e de lava, lâmpada de lava, flores coloridas, ovos coloridos, e o leite e as moléculas anfipáticas.

As flores coloridas vêm mesmo a calhar, visto que explicam o transporte no Xilema: a água e os sais minerais deslocam-se da raiz até às pétalas, trazendo consigo o corante, que lhe dá cor.

Um exemplo de flores coloridas com corante através do xilema

terça-feira, 12 de março de 2013

V de Gowin - Que pigmentos fotossintéticos existirão nas plantas?

Da atividade laboratorial fizemos um relatório em «V de Gowin», um pouco manchado de verde... Aqui fica o meu: (Carregar nas imagens para ver maior)




Parecido com o nosso: cromatografia final

Mesmo tendo ficado com a minha bata às pintinhas verdes (que, talvez, nunca mais saiam), gostei muito de realizar a atividade: a nossa cromatografia não mostrou todas as cores (pigmentos), mas, a de outros grupos ficou tão bonita e com todas as cores, que parecia um desenho de uma árvore. Mesmo assim, correu bem, e os objetivos foram cumpridos.


Nota: Neste blog podes encontar um parecido, mas com folhas de acer, o que lhe atribui tons mais para o vermelho: um efeito diferente!


A cromatografia final (ver blog)


Cromatografia: 1- Carotenos, 2 - Xantofilas, 3 - Clorofila a (ver blog)


http://3.bp.blogspot.com/-19omxVT09Sg/T5WubCBSqXI/AAAAAAAAACc/wf1tAa02NvY/s1600/Sem+T%C3%ADtulo.jpg
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFAmW3DAIEgp0vU6DI8dyjKV1sPsy_0SSYQPVAgFPiYnFcvF5yhMWiNrN7tSiOTAd8ND6q8qBKlpGbj1AaNe4Ux3LLVXmKRjHJAgws5vARjZam_ASSWbgQKcgMJybCNL2ol6xDc2hucmE/s1600/2012-04-16+10.12.04.jpg
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpe7-YykismW3SaNuvq-zHo7SRn-qTnO3VvZhPqG_NOP5t_tMaBJ8aEROaycniqXQ4NDXQ8K8hvgiLhWnVUkRMH5r69IS2-VempPYs7MQsc7NHaNrhGgpZJwslUV1kWqoJLjJRDIrmOKQ/s1600/2012-04-16+10.10.04.jpg

Trabalho de investigação - Espécies nacionais extintas/ em vias de extinção


Foi nos pedido que realisássemos um trabalho de investigação sobre espécies nacionais extintas e espécies nacionais em vias de extinção. As espécies que escolhi foram:
  • Foca-Monge-do-Mediterrâneo (Monachus monachus);
  • Águia-Imperial Ibérica (Aquila adalberti);
  • Urso Pardo (Urso arctos) - extinto em Portugal.
Vou apenas colocar a parte referente ao animal extinto em Portugal, conclusões e bibliografia.
(Carrega nas imagens para ficarem maiores)





Gostei muito de realizar este trabalho: mesmo já estando dentro de muitas das causas e métodos de conservação de espécies (devido, em muito, às aulas e às olimpíadas do ambiente), descobri muita informação nova sobre a espécies e o país.
O que achei mais interessante foi «...o facto de o Urso Pardo ter sido alvo de uma das primeiras leis direcionadas à proteção de uma espécie silvestre em Portugal, não se tendo, mesmo assim, evitado a sua extinção.».

quarta-feira, 6 de março de 2013

Relatório - Atividades laboratoriais com ovos

No laboratório realizámos várias atividades com ovos, de modo a relacionar aquilo que tínhamos aprendido em aula com a realidade:
  • Demonstração da Pressão Osmótica;
  • Permeabilidade em Membranas Biológicas (Ovo nu);
  • Permeabilidade em Membranas Biológicas (Gemas);
  • Permeabilidade em Membranas Biológicas (Batata);
  • Demonstração da Osmose em Gomas.
(Carrega nas imagens para ficarem maiores)


O que achei mais interessante nas atividades foi a primeira atividade, principalmente o que fizémos extra protocolo: como não vimos água a subir pelo conta-gotas e não conseguíamos tirar o ovo, retirámos um pouco da casca e observámos que, por dentro, se encontrava corante que, anteriormente, se encontrava no erlenmeyer.

sábado, 29 de setembro de 2012

Relatório do documentário "O último dia dos dinossauros"

Relacionado com a matéria das últimas aulas vimos o documentário "O último dia dos dinossauros". Fica aqui em baixo, se quiserem ver. Aconselho vivamente, mesmo sendo um documentário sobre dinossauros (que para mim, seria algo que eu nunca iria ver) é bastante interessante e tem imagens muito realistas. Prometo que não vão adormecer :)


E, na sequência da visualização, uma parte do meu relatório (é muito grande, não o vou colocar todo).


Desenvolvimento

   Há 65 milhões de anos, um asteroide embateu na Terra (golfo do México), onde deixou uma cratera de 100 quilómetros. Pensa-se que terá vindo da cintura de asteroides entre Marte e Júpiter, a uma velocidade de 35 mil quilómetros por hora. Continha 2 triliões de rochas e, devido à gravidade e atmosfera, a sua velocidade aumentou e transformou-se numa bola de fogo a 20 mil graus celsius.
   No primeiro impacto, os dinossauros que estavam mais perto da zona de impacto ficaram cegos. Logo após, o asteroide desfez-se e o material que foi impulsionado para cima, desceu. Para piorar a situação, 70 biliões de rocha em pó começam a cobrir a atmosfera. A temperatura começa a subir e, os milhões de volts que tinham vindo com o impacto, provocam uma chuva de fogo. A pressão aumenta.
   Os dinossauros que sobrevivem são fustigados por grandes incêndios, ventos e uma super tempestade de areia. A maioria sufoca.
   Passado uma semana, já não existe comida disponível, mas, incrivelmente, encontra-se uma ilha aparentemente intocada por esta destruição. Ainda mais incrível é o desaparecimento do oceano, permitindo um caminho por Terra até à ilha. O que não parece ser algo de mau, é: as rochas sedimentares desintegram-se originando falhas que engolem a água, formando um mega tsunami com 100 metros de altura.
   Após tudo isto, as ondas de choque, provocadas pelo impacto, fazem com que as placas choquem originando falhas por onde o magma sobe, originando uma atividade vulcânica enorme. Daí provêm poeiras e gases tóxicos que criam uma espessa camada (com quilómetros de espessura) que impede a passagem de luz solar e faz a Terra entrar num inverno nuclear. Para os dinossauros que ainda tinham sobrevivido, viram os sus pulmões paralisados pelo sulfato de hidrogénio. Os outros, por sobrevivência, acabam a destruir-se mutuamente.
   Embora os dinossauros se tenham extinguido só assim outras espécies puderam evoluir e aumentar o seu número. A partir daí, o planeta começou a regenerar-se, apareceram as samambaias, que o cobriram de verde, depois florestas, espécies e o ar cobriu-se novamente de oxigénio. Os mamíferos puderam aumentar o seu número e 10.000 espécies apareceram e desenvolveram-se.



Conclusões

Do visionamento do filme podem tirar-se várias conclusões:
  • Mesmo destrutiva, uma extinção em massa é necessária para que novas espécies possam aparecer. Se os dinossauros não se tivessem extinguido, talvez os seres humanos não existissem;
  • Para sobreviver, cada espécie precisa de ter um número mínimo seres, findos os quais ela é extinta;
  • O planeta Terra tem a sua forma peculiar de proteger as espécies que pretende que perpetuem.