Universo: Tudo o que existe, dentro e fora da Terra, é imensamente grande e também o podemos chamar de Cosmos.
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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Ciclos de vida

E é tempo de o portefólio ganhar vida novamente!

Fica aqui um esquema sobre ciclos de vida de seres vivos: haplontes, diplontes e haplodiplontes.





https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHtReGXdi8JwxsHdsjOCYo8ILckaRm2kZp9GTCIO09S63gu5U97tX-WkP7fKwta_vneSYrdTyi2ydNQ5jxpbyJQUNRiY4QBll2SfLifADPfYTsaywiDlATzMjfQfmRj0K3Z_U15uv6B5ZO/s400/ciclos+de+vida.jpg

sábado, 7 de dezembro de 2013

Telómeros

Numa das aulas, a nossa stora falou-nos dos telómeros. Descobri esta explicação daqui http://ashleysbiostudyguides.files.wordpress.com/


A pergunta do texto que a nossa stora nos apresentou era «O que determina a longevidade de um organismo?». Pelo que li, parece que os telómeros são os responsáveis: a sua dimensão diminui a cada divisão celular (constituem a parte final dos cromossomas) e, quando atingem uma dimensão mínima, deixam de se dividir.

Era pedida depois uma breve discussão sobre alguns problemas relacionados com os telómeros.

As células do testículo humano, espermatogónias, têm uma capacidade de divisão celular quase eterna, logo os telómeros dos cromossomas dessas células deve ser normal, mas o gene para a telomerase deverá estar ativado, estando a mema presente nas células, pois esta mantém o tamanho dos telómeros constante.

No caso da clonagem da ovelha Dolly, a sua idade real ao morrer deveria ser 12 anos e 7 sete meses, pois, tendo a célula mamária que lhe dera origem já 6 anos, os telómeros dos seus cromossomas já deveriam ter diminuído o equivalente a esse intervalo de tempo. Sabendo que o tempo médio de vida das ovelhas é de cerca de 12 anos, considero que a tese da baixa longevidade dos clones está, em parte, incorreta, pois a baixa longevidade deve ao facto, não de serem clonados, mas sim de as células clonadas já terem alguma idade e, por isso, os seus telómeros já terem diminuído e estarem mais próximos da dimensão mínimas, a partir da qual já não se dividem.


As respostas que apresentem são colocadas a partir de uma adaptação de um texto deste link: http://www.bioetica.ufrgs.br/dolly.htm 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Reprodução assexuada

Um esquema resumo da reprodução assexuada.


sábado, 30 de novembro de 2013

Reprodução sexuada - Meiose

Para explicar a meiose (e talvez muitos outros temas) encontrei este, também portefólio, fantástico, em inglês, cheio de desenhos e explicações, como eu adorava fazer, mas que, agora, infelizmente, não tenho tido muito tempo.

As imagens são daqui http://ashleysbiostudyguides.wordpress.com/. Aconselho a dar uma vista de olhos, há muita informação que não faz parte do nosso currículo, mas também há informação que faz e que, assim explicada, se torna mais simples.


A meiose divide-se em duas fases: Meiose I e Meiose II.

Como se pode ver na figura, a meiose I é reducional, pois a célula passa de 2n a n. Já a meiose II é equacional, pois a célula passa de n a n.

Ambas as meioses passam pelas mesmas etapas, mas há pequenas diferenças, que apresento neste quadro. 
Verifiquem na imagem.


Só falta referir a importância deste processo: na verdade, a meiose permite a formação dos gametas, as células sexuais, permitindo assim a reprodução sexuada. É também importante na diversidade genética, adaptabilidade das espécies e evolução pois, a partir do crossing over e das anáfases, dá-se recombinação genética.

E agora, a música da meiose :)